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Deficientes visuais têm acesso a carros da Ford

O Centro de Desenvolvimento da Ford em Merkenich, Alemanha, responsável por projetos de inclusão, mobilidade e sensibilidade ao volante, realiza uma pesquisa com grupo de portadores de deficiência visual. O programa pretende obter informações de sensibilidade a sons e contribuir para que essa parcela da população tenha uma nova compreensão do automóvel, seja como pedestre, seja como passageiro de um veículo.

O projeto ocorre por uma parceria entre a Ford alemã e o arcebispado da cidade de Colônia, com o apoio da Associação Federal de Instrutores de Direção e da polícia local. Como parte da pesquisa, um grupo de 30 pessoas cegas ou com deficiência visual severa se reuniu na pista de testes da Ford para dirigir um carro.

Ajudado por instrutores profissionais, o grupo acelerou pelas retas e curvas do circuito, chegando a 120 km/h. “Normalmente, eu me sento no banco do passageiro, o que também é uma experiência agradável. Mas dirigir o carro é muito melhor. Depois desse evento, minha confiança nos motoristas aumentou”, afirma Katrin Berus, de 32 anos, que virou fã do Fiesta.

“Dirigir não foi complicado para mim. Comandar os pedais e o câmbio foi mais fácil do que eu esperava.” Os participantes tiveram ainda oportunidade de tatear vários veículos para sentir suas formas. Katrin também apreciou as linhas do Fiesta: “Muitos carros têm recortes modernos e angulosos, mas este é mais agradável, com formas arredondadas por fora e por dentro.”

O vice-presidente de assuntos legais, governamentais e ambientais da Ford Europa, Wolfgang Schneider, comentou a ação da montadora: “No meio do trânsito, essas pessoas se orientam pelos sons e é fácil confundirem o tamanho e a velocidade dos carros. Queremos ajudar a resolver esses problemas, trazendo esclarecimento e confiança para sua mobilidade. Essa sensibilidade também pode contribuir no desenvolvimento de veículos cada vez mais amigáveis para os portadores de deficiência.”

Os instrutores da Ford ficaram impressionados com a dedicação dos participantes no test-drive. Alguns dirigiram mais rápido do que aprendizes com visão normal. Com o desenvolvimento de novas tecnologias (sistemas de segurança com câmeras, radares e comunicação entre veículos), a possibilidade de os portadores de deficiência visual dirigirem se torna mais próxima.

Ford Dimas

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